Homo Urbanus Insapiens

04/01/2009

20 Receitas rápidas de galhinha

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Devido ao tamanho do ficheiro, este foi alojado no yudu.com. É só clicar e abrir…

 

http://www.yudu.com/item/details/28086/20-receitas-de-galinha

 

Agradecimento especial a myrecipes.com

02/12/2008

Quinta do Crasto Reserva Vinhas Velhas 2005 no 3º lugar do ranking 2008 da Wine Spectator

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Vinho da Quinta do Crasto considerado terceiro melhor do mundo

O vinho Quinta do Crasto Reserva Vinhas Velhas 2005 foi considerado este ano o terceiro melhor do mundo pela revista norte-americana Wine Spectator, que pela primeira vez classificou um vinho português entre os dez melhores do seu “ranking” anual.

A Wine Spectator analisou mais de 19500 vinhos na elaboração do Top 100 de 2008, tendo eleito o vinho chileno Clos Apalta Colchagua Valley 2005, Casa Lapostolle, como o melhor.

Seguiu-se o francês Château Rauzan-Ségla, Margaux 2005 e o vinho português Quinta do Castro, Douro Reserva Vinhas Velhas 2005.

Entre os 100 melhores do mundo destacaram-se também o Sogrape Dão Callabriga 2005 (no 57º lugar), o Churchill Douro Churchill Estates 2006 (no 90º lugar) e o Niepoort Douro Vertente 2005 (na 98ª posição).

A Região Demarcada do Douro surge, assim, como a mais representada de Portugal na lista, com três dos vinhos escolhidos, seguida pela região do Dão, com um vinho.

http://tsf.sapo.pt

O vinho Quinta do Crasto Reserva Vinhas Velhas 2005 foi considerado este ano o terceiro melhor do mundo pela revista norte-americana Wine Spectator, que pela primeira vez classificou um vinho português nos 10 melhores do seu ‘ranking’ anual.

Considerada internacionalmente ‘a Bíblia’ dos vinhos, a Wine Spectator analisou mais de 19.500 vinhos na elaboração do Top 100 de 2008, tendo eleito o vinho chileno Clos Apalta Colchagua Valley 2005, Casa Lapostolle, como o melhor do mundo.

Seguiu-se o francês Château Rauzan-Ségla, Margaux 2005 e o vinho português Quinta do Castro, Douro Reserva Vinhas Velhas 2005.

“Nunca anteriormente um vinho português tinha entrado na lista dos 10 melhores”, salientou fonte da Quinta do Crasto em declarações à agência Lusa, acrescentando que as primeiras posições do ‘ranking’ são, normalmente, ocupadas por vinhos franceses, italianos, argentinos, chilenos ou espanhóis.

Para além da posição destacada da Quinta do Crasto, surgem ainda entre os 100 melhores do mundo o Sogrape Dão Callabriga 2005 (no 57º lugar), o Churchill Douro Churchill Estates 2006 (no 90º lugar) e o Niepoort Douro Vertente 2005 (na 98ª posição).

A Região Demarcada do Douro surge, assim, como a mais representada de Portugal nesta lista, com três dos vinhos escolhidos, seguida pela região do Dão, com um vinho.

http://ww1.rtp.pt

Este vinho, feito de vinhas com mais de 60 anos, é feito com cerca de 30 castas misturadas e estagiou em barricas de carvalho americano e francês durante 20 meses até ao engarrafamento em Abril de 2007.

Depois da colheita de 2004 ter sido distinguida pela conceituada revista norte-americana Wine & Spirits na lista dos 100 melhores vinhos do ano, chega agora a vez do lote de 2005 obter 95 pontos na última edição da Wine Spectator (o único vinho português a obter classificação superior – 96 pontos – foi o Vinha Maria Teresa 2005, também da Quinta do Crasto!), a par com o Charme 2005.

Foi também um dos cinco Douro recomendados por Mark Squires (crítico norte-americano que escreve sobre vinhos portugueses para a mais influente publicação do Mundo, a Wine Advocate, do célebre Robert Parker) quando viisitou Portugal no passado mês de Novembro.

Disponível em garrafas de 1,5 Lt, 0,75 Lt e 0,375 Lt

Será que existe um elixir da juventude? (Cientista russo pensa que o envelhecimento pode ser combatido tomando água pesada)

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28.11.2008 – 19h11 Inês Subtil

Pôr uma colher do líquido “mágico” na boca e engolir. Este é um ritual diário para o cientista russo Mikhail Shchepinov que, todos os dias, sorve aquela que considera poder a ser a solução para prolongar a vida humana, uma colher de água pesada – D2O, em que o “D” da fórmula química representa o deutério, um isótopo do hidrogénio de massa atómica 2, em vez de 1. O sabor é ligeiramente adocicado e se um cubo deste líquido fosse colocado num copo, afundar-se-ia em água normal.

Já lá vão 18 meses desde que o bioquímico russo anunciou pela primeira vez que tinha descoberto o elixir da juventude, uma maneira de beber (ou comer) para conseguir ter uma vida mais longa. Segundo noticia a revista “New Scientist”, Shchepinov começou a interessar-se por esta área há dois anos através da leitura de artigos científicos sobre as causas do envelhecimento.

A teoria mais bem aceite pela comunidade científica é a dos radicais livres, que defende que o corpo humano vai envelhecendo devido a danos irreversíveis provocados às biomoléculas. Os responsáveis por esta destruição são os radicais de oxigénio livres, compostos químicos agressivos que são um produto inevitável resultante do metabolismo das células.

Os “estragos” vão sendo acumulados ao longo da vida até que chega o ponto em que os processos bioquímicos básicos do corpo deixam de funcionar. Estes processos estão associados a doenças ligadas à velhice, incluindo Parkinson, Alzheimer, cancro, falhas renais crónicas e diabetes.

O corpo humano produz antioxidantes que eliminam os radicais livres antes que estes possam causar danos. À medida que a idade avança, estes sistemas defensivos acabam também por ser destruídos e o corpo entra num declínio inevitável.

“Comer” juventude

Até agora a maioria dos medicamentos para lutar contra o envelhecimento eram compostos por antioxidantes, como a vitamina C ou beta-caroteno, que serviam para ajudar estes sistemas de defesa, apesar de não haver evidências que o resultado fosse positivo.

O bioquímico russo decidiu seguir um caminho diferente. Aproveitando a investigação que já fazia na área dos efeitos dos isótopos, decidiu conjugá-los com os conhecimentos que ia adquirindo sobre as causas do envelhecimento.

O conceito por detrás desta área é o de que a presença de isótopos pesados numa molécula pode diminuir as reacções químicas com outros compostos. Isto acontece porque são formadas ligações mais fortes na molécula. No caso do isótopo de hidrogénio escolhido por Shchepinov, o deutério, as ligações estabelecidas são 80 vezes mais fortes do que aquelas que são estabelecidas com hidrogénio normal.

A ideia é usar este efeito para tornar as biomoléculas mais resistentes aos ataques dos radicais livres. Para isso, o bioquímico defende que apenas seria necessário colocar deutério ou carbono-13 (outro isótopo pesado) nas ligações mais vulneráveis.

O deutério e o carbono-13 parecem ser não tóxicos, portanto a sua ingestão deixa de ser um problema.

Há 18 meses, quando Shchepinov apresentou esta ideia fez questão de frisar as inúmeras experiências científicas que já provaram que as proteínas, os ácidos gordos e o ADN podem ser ajudados a resistir a danos provocados pelos ataques dos radicais livres recorrendo ao efeito dos isótopos

Carne, ovos e leite enriquecidos

No entanto, algumas experiências indicam que a água pesada não é completamente segura. Por isso, a ideia de Shchepinov é a de incorporar isótopos pesados na chamada “iFood”. Este método consistiria em adicionar à nossa dieta aminoácidos (constituintes das proteínas) essenciais – dos 20 aminoácidos utilizados pelos humanos, dez não podem ser produzidos e têm que ser ingeridos na forma de alimentos -, cujas ligações já tivessem sido previamente “fortalecidas”.

Segundo o bioquímico russo esta estratégia é completamente segura, porque os átomos de deutério ligados ao carbono nos aminoácidos não são “trocáveis” e portanto não se ligariam à água do corpo. Uma das propostas seria a produção de carne, ovos ou leite enriquecido com deutério ou carbono-13, que seriam dados aos animais como alimento. Por enquanto, a “iFood” continua a ser apenas uma ideia. Até porque, como explica Shchepinov, citado pela “New Scientist”, “os isótopos são caros”.

Mas uma empresa, a Retrotope, não quis dar-se por vencida e lançou um programa de investigação para testar a teoria do bioquímico russo.

Uma equipa do Instituto de Biologia do Envelhecimento em Moscovo, Rússia, realizou experiências com moscas da fruta em que os animais foram alimentados com diferentes quantidades de água pesada. Apesar das grandes porções terem provocado a morte da maioria das moscas, aquelas que receberam pequenas quantidades de água viram a sua expectativa de vida aumentar 30 por cento.

Um pequena parte do puzzle do envelhecimento

É, contudo, ainda muito cedo para saber se no caso dos humanos o efeito seria o mesmo. Shchepinov diz que “estes são testes preliminares e tem que ser reproduzido debaixo de grande leque de condições”: “É possível que o que estamos a observar nas moscas seja o efeito da restrição calórica (a única estratégia até hoje provada que aumenta a expectativa de vida em animais de laboratório), temos que fazer mais experiências”.

Nem toda a gente parece receber esta nova teoria entusiasmado. Alguns cientistas alertam que os danos causados pelos radicais livres sozinhos não podem explicar todas as mudanças biológicas que ocorrem durante o envelhecimento humano. Tom Kirkwood, investigador da Universidade de Newcastle, no Reino Unido, citado pela “New Scientist”, considera que “a ideia de Shchepinov é interessante, mas já descobrimos que só faz sentido pensar no envelhecimento como resultado de múltiplas causas. O mecanismo por ele sugerido é provavelmente apenas uma pequena parte do puzzle”.

Já Judith Campisi, do Instituto de Investigação do Envelhecimento em Novato, na Califórnia, é mais optimista: “Tenho ouvido algumas ideias bastante malucas sobre como podemos viver mais tempo, mas esta (de Schepinov) intrigou-me realmente”.

O bioquímico russo quer estender esta teoria a várias áreas além do estudo do combate ao envelhecimento. Um das aplicações possíveis pode ser a exploração espacial, na protecção dos astronautas contra o efeito dos raios cósmicos e outras radiações iónicas, cujos efeitos são similares ao do avanço da idade.

Os bebés é que sabem

A natureza parece já se ter adiantado ao homem no recurso a isótopos químicos na protecção contra os ataques dos radicais livres. Os bebés e os ratos nascem com uma quantidade muito maior de carbono-13 nos seus corpos do que as mães, ao mesmo tempo que as mulheres quando estão grávidas passam a ter muito menos deste composto. Isto indica que parece haver uma transferência do isótopo para os fetos. Segundo Shchepinov, o que acontece é que o feto em crescimento incorpora de forma selectiva o carbono-13 nas suas proteínas, ADN e outras biomoléculas, para que assim estas se tornem mais resistentes aos ataques dos radicais livres. O bioquímico russo reitera que muitas destas proteínas e moléculas de ADN têm que durar durante toda a vida: “Cada um dos átomos do cérebro de um homem de 100 anos é exactamente o mesmo que ele tinha aos 15 anos”.

http://ultimahora.publico.clix.pt

Café mais raro e caro do Mundo – Kopi Luwak – custa US$ 600.00 por meio kilo

Arquivado em: Culinária — filipe @ 15:13
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Considerado o café mais caro do mundo (US$ 600.00 por meio kilo), o Kopi Luwak (ou Civet Coffee) é com certeza também o mais exótico. Vendido entre $120 e U$600 USD por meio quilo, é vendido principalmente no Japão e nos Estados Unidos. A produção limitada dos grãos (menos de 230 quilos por ano) é o motivo de sua raridade, preço alto (cerca de mil dólares o quilo) e sabor inigualável, garantem os apreciadores. “Uma mistura de chocolate e suco de uva. Menos ácido e amargo do que os cafés comuns”, descrevem alguns especialistas.

Você tomaria uma bebida feita com fezes de animal? Antes de responder, saiba que é esse o ingrediente especial do café Kopi Luwak, originário da Indonésia, existindo, também nas ilhas de Sumatra, Java e Sulawesi no arquipélago da Indonésia, e nas Filipinas (onde o produto é chamdado de Kape Alamid). No Vietnam existe um tipo similar de café, chamado weasel coffee, que possui grãos que foram defecados pelos animais locais – doninhas. Actualmente, o “weasel” é somente uma versão local do Civet Asiático. Essa, digamos, excentricidade do café sempre foi considerada uma lenda urbana, até que um estudo realizado pelo pesquisador italiano Massimo Marcone, em 2004, confirmou o que deve ter feito o estômago de muitos apreciadores da iguaria revirar.

Os preciosos grãos são mesmo processados pelo sistema gastrointestinal e depois retirados dos excrementos da civeta (Paradoxurus hermaphroditus), um mamífero parecido com um gato, que não existe em Portugal (na Indonésia, as palavras Kopi e Luwak significam, respectivamente, café e civeta). O animal come somente os frutos mais doces, maduros e avermelhados do café, que são digeridos pelo seu organismo, com excreção dos grãos, que são excretados junto com suas fezes. E é justamente essa produção limitada dos grãos (menos de 230 quilos por ano) o motivo de sua raridade, preço alto (cerca de mil dólares o quilo) e sabor inigualável, garantem os apreciadores. “Uma mistura de chocolate e suco de uva. Menos ácido e amargo do que os cafés comuns”, descreve Marcone.

Pesquisa valiosa

O pesquisador explica que à medida que o grão passa pelo sistema digestivo do animal, ele sofre um processo de modificação parecido com o utilizado pela indústria cafeeira para remover a polpa do grão de café, mas que envolve bactérias diferentes das usadas pela indústria, além das enzimas digestivas do animal. É isso que dá ao Kopi Luwak seu sabor característico inigualável. Mas este processo um tanto quanto esquisito de produzir café não representa riscos à saúde? “Os resultados dos testes que fiz em meus trabalhos mostraram que a bebida é perfeitamente segura”, garante Marcone.
Não existem registos precisos sobre a história do Kopi Luwak, mas acredita-se que sua origem data de cerca de 200 anos atrás, quando os colonizadores holandeses iniciaram plantações de café nas ilhas de Java, Sumatra e Sulawesi, onde hoje é a Indonésia.
É nessas ilhas que vivem as civetas, que começaram a se alimentar da planta. Para evitar o desperdício, os plantadores de café começaram a recolher os grãos que saíam intactos das fezes dos animais. Em algum momento alguém resolveu experimentar essa variedade aparentemente pouco apetitosa e descobriu o que hoje é considerado o café mais saboroso do mundo. E você, ficou com vontade de encarar?

Receitas para perder a fome

O Kopi Luwak não é o único alimento excretado por animais que consumimos.Veja outros exemplos:

Vómito de abelha: O mel nada mais é do que isso. O néctar é transportado para o sistema digestivo das abelhas, onde é misturado a enzimas que convertem seu açúcar em glicose e frutose. Ele se transforma em mel e é regurgitado pelas abelhas. É esse o produto final que consumimos.

Saliva de pássaro: É o ingrediente de uma sopa considerada uma iguaria na China (também conhecida como “caviar do oriente”). O pequeno pássaro constrói ninhos com sua própria saliva. Esse ninho (que literalmente vale ouro) é usado para o preparo da sopa. O prato é consumido em várias partes do mundo, inclusive nos EUA, que são o maior importador.

Fezes de cabra: É essa a origem de um tipo de óleo usado no Marrocos. O animal se alimenta de um tipo de fruta similar à oliva, que origina o óleo, depois seu caroço é colectado de suas fezes e se transforma em um óleo usado para cozinhar, como cosmético e na medicina local.

Cerveja de cuspo: A chicha é um tipo de cerveja produzido no Equador. Os grãos de milho são mastigados e cuspidos em um recipiente, onde as enzimas da saliva quebram o amido que depois será fermentado e misturado ao álcool.

http://www.revistacafeicultura.com.br

12/06/2008

Crepe Chinês

Arquivado em: Culinária — filipe @ 11:20
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Receita 1


Ingredientes

-1 cenoura média cortada à julienne

-pimenta-do-reino a gosto

-sal a gosto

-8 folhas de papel de arroz

-2 colheres (sopa) de azeite de oliva

-3 colheres (sopa) de ervas frescas picadas (salsinha, cebolinha verde e hortelã)

-2 tomates médios sem sementes picados

-2 talos de salsa cortados em tiras finas

 

Preparação

Misture numa tigela a cenoura com a salsa, os tomates, as ervas, o azeite, o sal e a pimenta-do-reino. Reserve. Hidrate uma a uma as folhas de papel de arroz numa assadeira com água por 30 segundos. Abra-as numa superfície lisa, distribua o recheio e feche como um rolinho primavera. Sirva em seguida e, se preferir, decore com nirá e acompanhe com molho teriyaki.

 

Receita 2 (agradecimento especial a http://elvirabistrot.blogspot.com)


Ingredientes para +/- 8 unidades

Recheio

-150 g de carne de porco cozida e picada

-100 g de carne de frango cozida e picada

-1 colher (chá) de molho de soja

-1 colher (chá) de açúcar mascavado

-1 colher (chá) de óleo de sésamo

-1 colher (sopa) de óleo vegetal

-225 g de rebentos de soja

-25 g de rebentos de bambu palitados de conserva escorridos

-1 pimento picado (verde ou vermelho)

-2 cebolos cortados em rodelas finas

-1 colher (chá) de amido de milho (maizena)

-2 colheres (chá) de água

 

Crepes

-125 g de farinha de trigo

-5 colheres (sopa) de amido de milho (maizena)

-450 ml de água

-3 colheres (sopa) de óleo vegetal q.b.

-óleo para fritar q.b.

-molho de soja e/ou molho hoisin

 

Preparação

Misturar as carnes picadas com o molho de soja, o açúcar e o óleo de sésamo. Cobrir e deixar repousar por 30 minutos. Aquecer o óleo num wok ou numa frigideira. Juntar os rebentos de soja, os rebentos de bambu, o pimento picado e as rodelas de cebolo. Saltear em lume forte por 2-3 minutos. Adicionar as carnes marinadas e saltear por mais 2-3 minutos. Dissolver o amido de milho na água e juntar ao preparado. Envolver e deixar arrefecer fora do lume. Preparar os crepes: misturar a farinha com o amido de milho. Deitar a água e o óleo aos poucos, misturando até obter uma massa mole. Untar uma frigideira aquecida com óleo. Juntar 3/4 de concha de massa e rodar a frigideira para espalhar. Cozinhar por 2-3 minutos, ou até o crepe ficar firme. Descolar delicadamente o crepe com uma espátula e colocá-lo num prato. Untar novamente a frigideira com óleo e repetir a operação com a massa restante. Cobrir os crepes com um pano húmido enquanto se fazem os restantes. Colocar um pouco de recheio no centro de cada crepe. Pincelar as bordas com um pouco de água fria, fazer uma dobra nos lados e enrolar, formando pacotinhos rectangulares. Aquecer óleo numa frigideira grande e fritar 4 crepes de cada vez, de ambos os lados, até se apresentarem dourados e estaladiços. Escorrer muito bem sobre papel absorvente e servir de seguida, acompanhando com os molhos e salada verde.

 

Receita 3 (agradecimento especial a http://nouvelle-cuisine.blogspot.com)


8 unidades de massa de crepes chineses

-250 gr de couve branca cortada em juliana

-1 cenoura ralada

-50 gr de rebentos de bambu

-50 gr de rebentos de soja

-30 gr de soja (opcional)

-1/2 alho francês às rodelas

-1/2 cebola cortada em meia lua

-2 dentes de alho picado

-2 colheres de sopa de molho de soja

-Sal e pimenta

 

Coloque a soja num recipiente e deixe hidratar. Leve um tacho ao lume com o azeite, a cebola e o alho. Quando a cebola ficar translúcida, adicione o alho francês. Mexa e deixe cozinhar durante 2 min. Coloque por fim a couve branca, o bambu, os rebentos de soja e a soja. Mexa todos os ingredientes. Tempere com sal, pimenta e o molho de soja. Tape com a tampa e deixe cozinhar. Depois dos legumes estarem cozidos, deixe-os arrefecer. Disponha um crepe em cima da mesa de trabalho. Coloque um pouco de recheio na parte inferior do mesmo e deixe 1 cm para cada lado. Dobre a margem por cima do recheio e comece a enrolar o crepe de baixo para cima. Humedeça a extermidade superior e sele o crepe. Repita a operação para o resto da massa. Frite os crepes em óleo bem quente e sirva acompanhado de molho de soja.

19/01/2008

Fruit Sushi

Arquivado em: Culinária — filipe @ 17:40
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Preparation Time: 30 minutes

Cooking Time: 20 minutes

Serves: 4

 

Ingredients and Quantity

Rice (UNCLE BEN’S) 1.5 cup(s)

Coconut Milk 3 tbsp

Sugar 2 tbsp

Coconut Liqueur 1 tbsp

Raspberries 1 packet

Sugar 1 tbsp

Apricot(s) 2 whole

Kiwi Fruit 2 whole

Strawberries 1 packet

 

Directions

1. Cook UNCLE BEN’S Rice according to packet directions (do not use any salt).

2. Transfer rice to bowl.

3. Add coconut milk, sugar and coconut liqueur.

4. Mix gently as UNCLE BEN’S Rice cools.

5. Form UNCLE BEN’S Rice into sushi logs by pressing between damp hands.

6. Blend raspberries with sugar in blender and strain.

7. Arrange the fresh fruit in season (cut into slices) on top of each rice log.

8. Serve with raspberry dipping sauce.

29/10/2007

Uvas para produção de vinho

Arquivado em: Culinária — filipe @ 21:25

 

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Existem cinco tipos distintos de vinhos: os vinhos tintos, os brancos, os rosés, os espumantes, e os vinhos fortificados. Em Portugal existe um tipo de vinho específico, o vinho verde, que pode ser tinto ou branco, mas devido à sua acentuada acidez pode ser considerado como uma categoria à parte. Os vinhos tintos podem ser obtidos através das uvas tintas ou das tintureiras (aquelas em que a polpa também possui pigmentos). Os vinhos brancos podem ser obtidos através de uvas brancas ou de uvas tintas desde que as cascas dessas uvas não entrem em contato com o mosto e que essas não sejam tintureiras). Já os vinhos rosés podem ser feitos de duas maneiras: misturando-se o vinho tinto com o branco ou diminuindo o tempo de maceração (contato do mosto com as cascas) durante a vinificação do vinho tinto.

O espumante é um vinho que passa por uma segunda fermentação alcóolica, que pode ser na garrafa, chamado de método tradicional ou champenoise, ou em auto-claves (tanques isobarométricos) chamado charmat. Ambas as formas de vinificação fazem a fermentação em recipiente fechado incorporando assim CO2 ao liquido e dando origem às borbulhas ou pérlage.

Os vinhos fortificados são aqueles que a fermentação alcoólica é interrompida pela adição de aguardente (~70% vol). De acordo com o momento da interrupção, e da uva que está sendo utilizada, ficará mais ou menos doce. O grau alcoólico final dos vinhos fortificados fica entre 19-22% vol. Os mais famosos são o Vinho do Porto (Portugal), o Vinho da Madeira (Portugal), o Xerez (Espanha) e o Marsala (Sicília).

Não existe vinho feito a partir de outras frutas, como vinho de kiwi, vinho de amoras, etc. Vinho é o produto obtido única e exclusivamente a paritr do mosto de uvas fermentadas.

Por conta de obras cinematográficas de parca pesquisa histórica, a maioria das pessoas julga que o consumo do vinho era comum no Egipto e há quem diga que é de lá sua obscura origem. Entretanto o vinho era mercadoria importada pelo Egipto cuja bebida nacional era a cerveja, normalmente feita de restos de pães.

Vinhos Tintos

  • Amarone: Itália
  • Barbaresco: Itália
  • Bardolino: Itália
  • Barolo: Itália
  • Brancellao: Espanha
  • Brunello di Montalcino: Itália
  • Beaujolais: França
  • Bobal: Espanha
  • Bordeaux: França
  • Borgonha: França
  • Cabernet Sauvignon: França, Argentina, Austrália, Califórnia, Roménia, Moldova, Nova Zelândia, África do Sul, Chile, Venezuela
  • Cannonau: Itália
  • Carmenere: Chile
  • Cencibel: Espanha
  • Chianti: Itália
  • Dimyat: Bulgária
  • Feteasca Neagra: Roménia
  • Feteasca Regala: Roménia
  • Garnacha, Grenache ou Cannonau: França, Espanha, América do Sul, Austrália e Califórnia.
  • Gumza: Bulgária
  • Kagor: Moldova
  • Mavrodafni: Grécia
  • Mavrud: Bulgária
  • Mazuela: Espanha
  • Malbec: Argentina, França
  • Melnik: Bulgária
  • Merlot: França, Califórnia, Argentina, Chile, Itália, Roménia, Moldova, África do Sul, Washington, Venezuela, Austrália
  • Mirodia Red: Moldova
  • Monastrell: Espanha
  • Nebbiolo: Itália
  • Nosiola:
  • Norton: Leste e cento-oeste dos Estados Unidos da América
  • Pamid: Bulgária
  • Petite Syrah: Califórnia
  • Pinot meunier:
  • Pinot Noir: França, Califórnia, Nova Zelândia, Argentina, Oregon, Roménia, Moldova, África do Sul, Austrália
  • Pinotage: África do Sul, Zimbábue, Nova Zelândia
  • Rioja: Espanha, Argentina
  • Sangiovese: Itália
  • Syrah/Shiraz: França (N.Rhône), Austrália, Califórnia, África do Sul, Venezuela
  • Tannat: Sudoeste da França, Uruguai
  • Tempranillo: Espanha, Venezuela, Argentina, Brasil
  • Timorasso:
  • Touriga Nacional: Portugal
  • Trollinger: Alemanha
  • Valpolicella: Itália
  • Zinfandel: Califórnia

Vinhos Rosados

  • Rosé: Austrália, França, Portugal, Espanha, Estados Unidos, África do sul
  • Busuioaca de Bohotin: Roménia

Vinhos Fortificados

  • Marsala: Itália
  • Moscatel: Portugal
  • Madeira: Madeira (Portugal)
  • Palomino (uva utilizada no xerez): Espanha
  • Pedro Ximénez: Espanha
  • Porto: Portugal

Vinhos brancos

  • Airén: Espanha
  • Albillo: Espanha
  • Aleasa Dulce: Moldávia
  • Alvarinho: Portugal
  • Chardonnay: França, Califórnia, Alemanha, Austrália, Roménia, Moldova, Nova Zelândia, África do Sul, Estados Unidos
  • Chablis: França
  • Chenin Blanc: França, África do Sul, Venezuela
  • Doña Blanca: Espanha
  • Feteasca Alba: Roménia, Moldávia
  • Frascati: Itália
  • Gavi: Italia
  • Gewürztraminer: França (Alsácia), Roménia, Alemanha, Nova Zelândia, África do Sul, Austrália
  • Goldmuskateller:
  • Grasa de Cotnari: Roménia
  • Kerner:
  • Macabeo: Espanha
  • Malvasia: Itália
  • Meursault: França
  • Mirodia White: Moldova
  • Misket: Bulgária
  • Moscatel: Espanha, Venezuela
  • Müller-Thurgau: Alemanha, norte da Itália, Inglaterra
  • Muscat: Roménia, Moldova, Austrália, África do Sul
  • Orvieto: Itália
  • Retsina: Grécia
  • Pinot Gris/Pinot Grigio/Grauburgunder: França, Roménia, Itália, Alemanha, Oregon
  • Pedro Ximénez: Espanha
  • Pouilly-Fuissé: França
  • Riesling: França (Alsácia), Roménia, Alemanha, Nova Zelândia, Austrália, Idaho, Oregon
  • Sauvignon Blanc: França, Califórnia, Nova Zelândia, Roménia, Moldova, África do Sul, Venezuela, Austrália
  • Semillon: França, Austrália, África do Sul, Venezuela
  • Silvaner: Alemanha
  • Soave: Italia
  • Tamaioasa Romaneasca: Roménia
  • Tokaji: Hungria, Parte da Eslováquia
  • Torrontés: Espanha, Argentina
  • Traminer: Roménia, Moldova, Austrália
  • Verdelho: Austrália, Portugal
  • Vermentino: Itália
  • Verdicchio dei castelli di Jesi: Itália

Vinhos Espumantes

  • Brancos
    • Champagne: França
    • Vin Spumos (Zarea):Roménia
    • Asti spumante: Itália
    • Franciacorta: Itália
    • Prosecco: Itália
    • Cava: Espanha
    • Txacolí: Espanha
    • Sekt: Alemanha
  • Tintos
    • Syrah/Shiraz: Austrália
    • Cabernet Sauvignon: Austrália
    • Lambrusco: Itália

23/09/2007

Diz que e uma espécie de Sushi

Arquivado em: Culinária — filipe @ 12:16

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O sushi (鮨, 鮓 ou 寿司) é um prato de origem desconhecida mas que se popularizou a partir da culinária japonesa à base de arroz temperado com vinagre e recheado com peixe, frutos do mar, vegetais, frutas ou ovo. A cobertura pode ser crua, cozida ou marinada; e pode ser servido sobre uma tigela de arroz, enrolado em uma tira de alga marinha seca, em bolinhos de arroz feitos manualmente, ou recheado em uma pequena bolsinha de tofu seco.No Japão, a palavra sushi refere-se a uma gama de comida preparada com sushigohan, arroz temperado com vinagre. Fora do Japão, sushi é geralmente entendido como peixe cru. É por vezes confundido com sashimi, que são frutos do mar fatiados delicadamente servidos apenas com molho de soja e wasabi.

 

Tipos de sushi

 

O ingrediente comum em todos os diferentes tipos de sushi é o arroz de sushi. A variedade aparece na escolha dos recheios e coberturas, na escolha de outros condimentos, e na maneira em que são montados. Os mesmos ingredientes podem ser montados de formas inteiramente diferentes para a obtenção de efeitos totalmente diferentes. Essa seção lista as diferentes formas de construir o sushi, independentemente dos tipos de recheio e cobertura.

 

  • Makizushi (sushi enrolado). 巻き寿司. Um pedaço cilíndrico, formado com a ajuda de uma esteira enrolável de bambu, chamada makisu ou sudare. O makizushi é geralmente embrulhado em nori, uma folha de alga marinha desidratada que abriga o arroz e o recheio.

  • Futomaki (rolinhos grandes). 太巻き. Cilíndrico e grande, é um dos mais populares sushis. Possui como recheio variada combinação de peixes, folhas e raízes. Tendo tradicionalmente ímpares recheios é um dos mais apreciados em festivais e datas comemorativas.

  • Hosomaki (rolinhos finos). 細巻き. Um pedaço cilíndrico fino, com o nori na parte externa. O hosomaki típico tem por volta de dois centímetros de espessura e dois centímetros de largura. Eles são geralmente feitos com apenas um recheio, simplesmente porque não há espaço suficiente para mais de um.

  • Kappamaki. Hosomaki recheado apenas com pepino em tiras é um dos mais tradicionais sushis. Foi batisado dessa forma em homenagem ao Kappa, figura folclórico japonesa, que tinha o pepino como seu alimento preferido.

  • Tekkamaki. Tendo como recheio o atum é uma das variantes mais conhecidas do hosomaki.

  • Temaki (rolinhos de mão). 手巻き. Um pedaço grande em formato de cone, com o nori na parte externa e os ingredientes até a boca da extremidade larga. Um temaki típico tem por volta de dez centímetros de comprimento, e é comido com os dedos já que é muito estranho pegá-lo com palitinhos.

  • Uramaki (enrolado ao contrario). 裏巻き. Um pedaço cilíndrico médio, com dois ou mais recheios. Uramaki se diferencia dos outros maki porque o arroz está na parte externa e o nori interna. O recheio fica no centro, rodeada por uma camada de nori, então uma camada de arroz e uma cobertura de outro ingrediente como ova de peixe ou sementes de gergelim torradas. Tem como seu mais popular representante um sushi americano, o California Roll.

  • Oshizushi (sushi prensado). 押し寿司. Um pedaço em forma de bloco usando um molde de madeira, chamado oshibako. O chef alinha o fundo do oshibako com a cobertura, cobre-o com arroz de sushi, e pressiona a tampa do molde para baixo para criar um bloco compacto e retilíneo. O bloco é removido do molde e cortado em pedaços que cabem na boca.

  • Nigirizushi (sushi feito à mão). 握り寿司. Pequenos pedaços ligeiramente similares ao sushi prensado ou sushi enrolado, mas feito sem a utilização de makisu ou oshibako. Montar um nigirizushi é surpreendentemente difícil para fazer de forma correta. A forma mais simples é um pequeno bloco de arroz de sushi com uma lasca de wasabi e uma camada fina de uma cobertura colocada sobre ele, possivelmente amarrada com uma tira fina de nori.

  • Gunkanzushi (sushi navio de guerra). 軍艦寿司. Também conhecido como gunkanmaki é um sushi pequeno, ovalado, similar em tamanho e aparência ao hosomaki. Um punhado de arroz é embrulhado à mão em uma tira de nori, mas ao invés do recheio ficar no centro, tem alguns ingredientes – como ovas de peixe – empilhados no topo.

  • Inarizushi (sushi recheado). 稲荷寿司. Um pequeno pacote ou bolsinha cheia de arroz de sushi e outros ingredientes. O pacote é confeccionado de tofu bem frito (油揚げ ou abura age), uma omelete fina (帛紗寿司 ou fukusazushi), ou folhas de repolho (干瓢 ou kanpyo).

  • Chirashizushi (sushi espalhado). 散らし寿司. Uma tigela de arroz de sushi com outros ingredientes misturados. Também conhecido como barazushi. ばら寿司.

  • Edomae chirashizushi (sushi espalhado no estilo Edo). Ingredientes cru arranjados de forma artística em cima do arroz na tigela.

  • Gomokuzushi (sushi no estilo Kansai). 五目寿司. Ingredientes cozidos ou crus misturados no meio do arroz na tigela.

Sushi pré-embalado.

 

Narezushi (なれ鮨) é uma forma mais antiga de sushi. Um peixe é recheado com sal após seus órgãos e escamas serem removidos. Estes peixes são colocados em um barril de madeira mergulados em sal e pesados com um tsukemonoishi pesado ou uma pedra específica. Eles são fermentados por entre dez dias e um mês. Então esses peixes são colocados na água por entre 15 minutos e uma hora. Os peixes são então colocados em outro barril, encaixados e colocados em camadas com arroz cozido no vapor e peixe resfriados. Então eles são novamente selados de forma parcial com otosibuta e uma pedra específica. Conforme os dias passarem, a água fermentada deve ser retirada. Seis meses depois, esses “funazushi” podem ser comidos mas podem durar por mais de seis meses.

 

Agradecimento a http://maislapas.wordpress.com/

22/09/2007

Mexican Lasagna

Arquivado em: Culinária — filipe @ 16:37

lasagna.jpg

1/2 cup chopped onion
1/2 cup chopped green pepper
2 1/2 cups TACO BELL HOME ORIGINALS Thick ‘N Chunky Salsa
1 (11 ounce) can whole kernel corn, drained
1 teaspoon chili powder
1 teaspoon ground cumin
12 (6 inch) corn tortillas, divided
1 (16 ounce) container BREAKSTONE’S or KNUDSEN Cottage Cheese
1 cup KRAFT Shredded Sharp Cheddar Cheese
1 (2.25 ounce) can small pitted ripe olives, drained

1. Preheat oven to 375 degrees F. Brown meat in large skillet on medium heat; drain. Return meat to skillet. Add onions and peppers; cook until crisp-tender, stirring occasionally. Add salsa, corn and seasonings; mix well.

2. Layer one third of the meat mixture and one half each of the tortillas and cottage cheese in 13×9-inch baking dish. Repeat layers; cover with remaining meat sauce. Sprinkle with Cheddar cheese and olives.

3. Bake 30 min. or until heated through.

Bolo de Chocolate em 5 minutos

Arquivado em: Culinária — filipe @ 16:27

 

bolo.jpg

Ingredientes:

125 g de margarina (derretida)

3 ovos

125 g de açúcar

150 g chocolate

25 g de farinha

colher das de chá rasa, de fermento em pó

 

Confecção:

Bem 3 minutos apenas, e já está!!!

Conforme a consistência que queira dar ao bolo.

1.º – Numa tigela colocar a farinha e o fermento.

2.º – Os ovos inteiros

3.º – O chocolate e o açúcar.

 

Mistura-se tudo muito bem, e quando estiver tudo homogéneo, junta-se a margarina derretida. Volta-se a mexer, e por fim, coloca-se tudo isso num recipiente que possa ir ao micro – ondas, são3 minutos (para que o bolo fique quase como se fosse mousse), 4 minutos (para o bolo com recheio), ou 5 minutos (para um bolo fofo mas sem recheio).

 

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